Ainda me queiras/by iLA
Avistei um céu em seus olhos
Me despi de armas e enganos
Amanheci nos braços teus
No colorido do amor, novos planos.
Um cheiro me lembra tua pele
Um azul me lembra teu céu
Desculpa, mas me apaixonei
Doces beijos, um mel!
Queria ter mais tempo
Pra te fazer encontrar sentido
Refazer tua história
Nos meus braços se sentir perdido
Não se vá
Dê notícias
Não se vá
Ainda me queiras
Em tua vida.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
ESQUEÇO
Esqueço/by iLA
Você disse que ligaria
Não ligou
Você disse que chegaria
Não chegou
Você disse que me amava
Mas não me amou
Sem desculpas
Sem despedidas
Eu fiquei aqui
Com os olhos no tempo
Pensei em dizer umas
Mas calei os sentimentos
Quem sabe você se recorde
E venha se explicar
Mas se também não vier
Não tem problemas
Não vou mais esperar
Tem lua lá fora
Quem sabe um novo amor
Se para sempre foi embora
Eu esqueço
Sim sinhô
Dos teus beijos
Dos teus braços
Do teu prazer
Do gosto que arrebatava
O meu querer
Você disse que ligaria
Não ligou
Você disse que chegaria
Não chegou
Você disse que me amava
Mas não me amou
Sem desculpas
Sem despedidas
Eu fiquei aqui
Com os olhos no tempo
Pensei em dizer umas
Mas calei os sentimentos
Quem sabe você se recorde
E venha se explicar
Mas se também não vier
Não tem problemas
Não vou mais esperar
Tem lua lá fora
Quem sabe um novo amor
Se para sempre foi embora
Eu esqueço
Sim sinhô
Dos teus beijos
Dos teus braços
Do teu prazer
Do gosto que arrebatava
O meu querer
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
SEM FLORES
Sem flores /by iLA
Nem tudo são flores
Hoje posso sentir
Espelho quebrou
A luz clareou
A sombra daqui
E se eu chorar
Vai me fazer bem
E se eu gritar
Desapareça
Meu bem
Rosa, verde ou lilás
não quero mais
olhar em seus olhos
não quero mais
Cravo, rosa em botão
Não quero mais.
Margaridas pelo chão
Você acabou
O meu jardim.
Nem tudo são flores
Hoje posso sentir
Espelho quebrou
A luz clareou
A sombra daqui
E se eu chorar
Vai me fazer bem
E se eu gritar
Desapareça
Meu bem
Rosa, verde ou lilás
não quero mais
olhar em seus olhos
não quero mais
Cravo, rosa em botão
Não quero mais.
Margaridas pelo chão
Você acabou
O meu jardim.
CINCO DA TARDE
Cinco da tarde
O relógio marca hora do meu banho,
Do meu trabalho, da minha diversão,
E se fico presa no trânsito
Faz disparar minha tensão.
O relógio marca hora das visitas,
Do meu médico, da minha refeição
E se fico esperando por você
Faz dispara minha emoção
São cinco da tarde 1, 2 ,3
Ansiosa pra te encontrar
Tua ligação 1, 2 , 3
Desse jeito não vou agüentar
São meus olhos entrando em colapso
Minhas pernas me levando pra você
Há horas que espero teu abraço
Hum! Como é gostoso te ter.
Quero perder o tempo
E me encontrar na tua voz macia.
Descompassado coração quer saltar
Pra viver em tua companhia.
O relógio marca hora do meu banho,
Do meu trabalho, da minha diversão,
E se fico presa no trânsito
Faz disparar minha tensão.
O relógio marca hora das visitas,
Do meu médico, da minha refeição
E se fico esperando por você
Faz dispara minha emoção
São cinco da tarde 1, 2 ,3
Ansiosa pra te encontrar
Tua ligação 1, 2 , 3
Desse jeito não vou agüentar
São meus olhos entrando em colapso
Minhas pernas me levando pra você
Há horas que espero teu abraço
Hum! Como é gostoso te ter.
Quero perder o tempo
E me encontrar na tua voz macia.
Descompassado coração quer saltar
Pra viver em tua companhia.
domingo, 13 de setembro de 2009
ABSTINÊNCIA
Abstinência /by iLA
Não saberei viver
Longe do calor dos seus braços
Mas se for pra despedir
Que eu resista fácil
A ausência dos beijos
A tua voz ao meu ouvido
O sorriso, quando chego
Teu mal humor tão atrevido
Ainda que me ames
Jamais ouvi você dizer
Mas comigo uma certeza
Que te fez aqui sobreviver
Sendo luz em meus dias
Como fogo a arder em minhas mãos
Mas pra não sofrer em demasia
O meu pobre coração
É que eu te peço
É que eu te imploro
Não machuque mais
Não me faça sofrer
Se vai embora
Feche a porta
E farei abstinência
Do teu prazer!
Não saberei viver
Longe do calor dos seus braços
Mas se for pra despedir
Que eu resista fácil
A ausência dos beijos
A tua voz ao meu ouvido
O sorriso, quando chego
Teu mal humor tão atrevido
Ainda que me ames
Jamais ouvi você dizer
Mas comigo uma certeza
Que te fez aqui sobreviver
Sendo luz em meus dias
Como fogo a arder em minhas mãos
Mas pra não sofrer em demasia
O meu pobre coração
É que eu te peço
É que eu te imploro
Não machuque mais
Não me faça sofrer
Se vai embora
Feche a porta
E farei abstinência
Do teu prazer!
OLHA AQUI...
Olha aqui ... /by iLA
Olha aqui
Estou me cansando desse jeitinho,
dessa espera infinita
desse medo de atravessar o rio.
Olha aqui
você parece não entender
de tudo que fiz, nada irá se resolver
se você não me der a mão.
Sou eu quem te apavora
ou são as águas quem correm
por outra direção?
Quero tudo agora
Estou me cansando
dessa tua indecisão!
Se noite cair
vai ficar mais difícil te encontrar,
se o teu barco for de papel
ele vai mesmo despedaçar.
Longe das promessas
você me trouxe aqui
mas, hoje não confessa
e quem sabe pensa em desistir.
As águas claras desse rio
Refletem só os meus sonhos?
Faremos juntos a travessia
Ou vai ficar aí tristonho?
Olha aqui
Estou me cansando desse jeitinho,
dessa espera infinita
desse medo de atravessar o rio.
Olha aqui
você parece não entender
de tudo que fiz, nada irá se resolver
se você não me der a mão.
Sou eu quem te apavora
ou são as águas quem correm
por outra direção?
Quero tudo agora
Estou me cansando
dessa tua indecisão!
Se noite cair
vai ficar mais difícil te encontrar,
se o teu barco for de papel
ele vai mesmo despedaçar.
Longe das promessas
você me trouxe aqui
mas, hoje não confessa
e quem sabe pensa em desistir.
As águas claras desse rio
Refletem só os meus sonhos?
Faremos juntos a travessia
Ou vai ficar aí tristonho?
sábado, 12 de setembro de 2009
VELHO BLUES
VELHO BLUES
quando penso em você
imagino tua mão
a provocar
meu arrepio
vou em tua direção
teu cheiro não é ilusão
deixo tocar
meus cabelos
sinto o gosto da tua boca
invadindo meu ser
tua pele colando na minha
em pleno anoitecer
como não te encontrar
sob a luz do velho abajur
imaginar você
me arrancando o meu vestido
como não te querer
ouvindo meu velho blues
se por você
eu já perdi o juízo
quando penso em você
imagino tua mão
a provocar
meu arrepio
vou em tua direção
teu cheiro não é ilusão
deixo tocar
meus cabelos
sinto o gosto da tua boca
invadindo meu ser
tua pele colando na minha
em pleno anoitecer
como não te encontrar
sob a luz do velho abajur
imaginar você
me arrancando o meu vestido
como não te querer
ouvindo meu velho blues
se por você
eu já perdi o juízo
terça-feira, 8 de setembro de 2009
NÃO VOU DESISTIR
Não vou desistir /by iLA
Naquele absurdo dia
Tão triste e vazio de mim
Você reapareceu
E a minha procura teve fim
Alegria estonteante
Nos seus olhos claros como céu eu me vi
E mesmo chorando a minha dor
Ouvi seus planos e sorri.
Mas nunca imaginei esperar tanto tempo assim
Mas nunca eu deixei de sonhar com você aqui
Destinos cruzados
Percalços no caminho
Sim tu és meu céu, amado.
Não me sinto mais sozinha!
Aonde quer que eu vá
Tudo tem haver com nossa história
O silencio me ensinou a esperar
Não vou desistir agora.
Naquele absurdo dia
Tão triste e vazio de mim
Você reapareceu
E a minha procura teve fim
Alegria estonteante
Nos seus olhos claros como céu eu me vi
E mesmo chorando a minha dor
Ouvi seus planos e sorri.
Mas nunca imaginei esperar tanto tempo assim
Mas nunca eu deixei de sonhar com você aqui
Destinos cruzados
Percalços no caminho
Sim tu és meu céu, amado.
Não me sinto mais sozinha!
Aonde quer que eu vá
Tudo tem haver com nossa história
O silencio me ensinou a esperar
Não vou desistir agora.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
QUEM DE NÓS DOIS?
Roteiro /by iLA
Se ainda tivesse o gosto
da sua boca na minha,
como seria?
Se ainda tivesse o cheiro
da sua pele na minha,
como seria?
Teus olhos nos meus,
Teus braços só meus?
Se ainda tivéssemos
uma música tão única,
uma noite a mais
uma palavra tão dengosa
um sorriso de paz
calando a madrugada
em nosso ouvido.
Um frio colando os corpos
um vinho quebrando o gelo,
seu gosto na minha boca
evocando doce desejo.
Como seria agora
chegar bem perto de ti
abraçar-te- docemente
e redescobrir
meu corpo tão teu
teu corpo tão meu?
Se agora me faltam palavras,
me falta o ar e imagino
ouvir apenas a tua respiração,
é porque algo acontece
e deixa tão perplexo.
Que me faz fugir das lembranças,
mas cá dentro de mim
um palco e um cenário
um ator e uma história
uma flor, uma atriz
um roteiro na memória
quisera eu saber
quem de nós dois
foi mais feliz?
Se ainda tivesse o gosto
da sua boca na minha,
como seria?
Se ainda tivesse o cheiro
da sua pele na minha,
como seria?
Teus olhos nos meus,
Teus braços só meus?
Se ainda tivéssemos
uma música tão única,
uma noite a mais
uma palavra tão dengosa
um sorriso de paz
calando a madrugada
em nosso ouvido.
Um frio colando os corpos
um vinho quebrando o gelo,
seu gosto na minha boca
evocando doce desejo.
Como seria agora
chegar bem perto de ti
abraçar-te- docemente
e redescobrir
meu corpo tão teu
teu corpo tão meu?
Se agora me faltam palavras,
me falta o ar e imagino
ouvir apenas a tua respiração,
é porque algo acontece
e deixa tão perplexo.
Que me faz fugir das lembranças,
mas cá dentro de mim
um palco e um cenário
um ator e uma história
uma flor, uma atriz
um roteiro na memória
quisera eu saber
quem de nós dois
foi mais feliz?
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