segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Nada

Nada/by ilA

Sinais do tempo em minha face
tantas lembranças na memória
dias frios ou quentes sem disfarces
e você longe de mim

rosto cansado alinhado no tempo
tantas histórias só cabem em mim
eu te procurei no céu infinito
por entre as estrelas mas nunca ti vi perto

teus olhos não existem perto de mim
meus olhos não existem perto de ti

andando a tua procura me perdi
e me machuquei com pedras e espinhos
quantos tipos se viram sozinhos
mas eu sem você
sou nada, sou nada, sou nada
nada, nada, nada...